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quinta-feira, 27 de junho de 2024

PLAY: Anja Huwe, Arooj Aftab, Hermanos Gutierrez, Knocked Loose, Moor Mother, SGM



O ano se aproxima de sua metade, e o blog estava pouco ativo desde as listas do início de ano. Mas muita coisa boa está rolando, vamos a algumas delas:



ANJA HUWE


Eis um surpreendente álbum do início do ano, a ex-vocalista do clássico oitentista Xmal Deutschland lança sua primeira aventura solo e acerta em cheio numa sequência de faixas empolgantes dentro da darkwave de muita personalidade que sempre foi sua marca:


Anja Huwe - "Codes" (2024)





AROOJ AFTAB


A paquistanesa já foi nosso destaque entre as grandes mulheres da última década, assim como no excelente álbum "Vulture Prince", de 2021. Retorna com músicos do disco anterior, como Gyan Riley (guitarra), Petros Klampanis (baixo), Maeve Gilchrist (harpa), Jamey Haddad (percussão) e uma das grandes referências deste blog, Shahzad Ismaily (Secret Chiefs 3, ExEye) - com quem inclusive gravou o belíssimo "Love In Exile" (2023), em trio com Vijay Iyer, que também participa deste novo álbum.


As participações brilhantes incluem ainda os músicos James Francis (piano), Linda Oh (baixo), Joel Ross (vibrafone), Cautious Clay (flauta), Marc Anthony Thompson (Chocolate Genius), nossa musa de sempre Moor Mother, e nada menos que um piano de Elvis Costello (!)


Arooj Aftab - "Night Reign" (2024)




HERMANOS GUTIÉRREZ


Residentes em Zurique, o duo equatoriano dos irmãos Estevan e Alejandro Gutiérrez já construiu uma jovem e consistente discografia instrumental. A aura mágica dos violões remete a trilhas sonoras e tradições regionais diversas - sendo que nesta mais nova viagem, como o título entrega, o ritmo melancólico e hipnótico do grupo ganhou interessantes ares cósmicos, atmosféricos. Sublime!


Hermanos Gutiérrez - "Sonido Cósmico" (2024)





KNOCKED LOOSE


Agora vamos falar de peso. "A Different Shade Of Blue", de 2019, foi um dos principais discos do metalcore (e do heavy metal em geral) da década passada, e o aguardado novo passo do insano Knocked Loose vem em grandíssimo estilo:


Knocked Loose - "You Won't Go Before You're Supposed To" (2024)




MOOR MOTHER


Dispensa apresentações, Camae Ayewa é sempre destaque neste blog, seja pelo Black Quantum Futurism, Irreversible Entanglements, por sua produtiva carreira solo que agora ganha este novo capítulo, e tantas parcerias recentes com a nata do que há de mais criativo na música atual, tal qual Armand Hammer, Pink Siifu, Billy Woods, Mental Jewelry, Sons Of Kemet, Lafawndah, Eartheater, Jerusalem In My Heart e, como visto acima, Arooj Aftab. Obrigatório:


Moor Mother - "The Great Bailout" (2024)





SLEEPYTIME GORILLA MUSEUM


Eis mais uma grata surpresa. Era difícil precisar que o vanguardista projeto SGM, que havia parado na primeira década do século, e feito uma tímida aparição sob o nome Free Salamander Exhibit em 2016, retornaria bombástico com Dan Rathbun, Matthias Bossi, Nils Frykdahl, Carla Kihlstedt e Moe! Staiano em pleno 2024. O single "Salamander In Two Worlds", ainda no ano passado, já indicava que voltaram em grande estilo e servindo toda a originalidade única que os consagraram. Imperdível:


Sleepytime Gorilla Museum - "Of The Last Human Being" (2024)



domingo, 10 de dezembro de 2023

PLAY: Darius Jones, Fire!, Isaiah Collier, Mabe Fratti, Matana Roberts, Meshell Ndegeocello



Poucos dias para a lista final do ano, alguns destaques do jazz mundial para não passarmos em branco:


DARIUS JONES


Em um ano que alguns dos principais nomes do jazz contemporâneo lançaram grandes discos, como Yussef Dayes, Jason Moran, Matthew Halsall, Christian Scott (agora Chief Adjuah), Ambrose Akinmusire, Steve Lehman, Kendrick Scott, o maravilhoso ao vivo de Kris Davis e seu Diatom Ribbons, o fenômeno do sax Lakecia Benjamin e mesmo o controverso (e lindo!) lançamento de Andre 3000, eis que ficamos com o inovador saxofonista Darius Jones, que marca seu épico ao vivo gravado em 2022 no Western Front, em Vancouver (Canadá):


Darius Jones - "FLuXkit Vancouver, Its Suite But Sacred" (2023)





MATS GUSTAFSSON


Dos favoritos da casa, além de ter lançado alguns projetos solo, marca presença em 2023 com dois de seus principais coletivos: a sempre bombástica a FIRE! ORCHESTRA, com nomes como Joe McPhee, Mariam The Believer, Anna Högberg, Signe Emmeluth, Mette Rasmussen, Susana Santos Silva, David Sandstrom (Refused!), dentre tantos, trazendo até uma inusitada pitada de música brasileira, com uma homenagem a João Donato (meses antes de seu falecimento, diga-se, em "Cala Boca Menino" - composição original de Dorival Caymmi); e também lançamento do mais recente projeto, já em seu 3º álbum, THE END (que conta com a ex-Fire! Orchestra, Sofia Jernberg):


Fire! Orchestra - "Echoes" (2023)

The End - "Why Do You Mourn" (2023)





ISAIAH COLLIER


O genial ativista e saxofonista lança o sucessor do aclamado "Cosmic Transitions" (2021):


Isaiah Collier - "Parallel Universe" (2023)





MABE FRATTI


A revelação guatemalteca foi a sensação deste blog e maior destaque de 2022. Emendando lindíssimos e originais discos solo, a violoncelista atacou em ao menos três grandes lançamentos este ano: a estreia da cantora Estrella Del Sol Sánchez (do grupo Mint Field), no disco "Figura De Cristal"; a parceira com o produtor Hector Tosta De La Rosa (aqui, I. La Católica) no projeto Titanic; e este lindíssimo primeiro álbum do grupo Amor Muere, que traz a experimental Concepción Huerta (com quem já havia feito parcerias), e as mexicanas Gibrana Cervantes e Camille Mandokie (do grupo Vyctoria, e que também já tocaram com Lucrecia Dalt):


Amor Muere - "A Time To Love, A Time To Die" (2023)

Mabe Fratti, I.la Católica & Titanic - "Vidrio" (2023)





MATANA ROBERTS


Nada menos que o quinto capítulo da épica obra "Coin Coin", de uma das referências deste site. Inclui participações de Cory Smythe, Kyp Malone (TV On The Radio), do já citado Darius Jones - e Jaimie Branch, que nos deixou em 2022, também deveria ter tocado no álbum:


Matana Roberts - "Coin Coin Chapter Five, In The Garden" (2023)





ME'SHELL NDEGÉOCELLO


Uma das cantoras favoritas do blog, sempre instigante e original em seu neo soul/r&b, lança o que provavelmente é seu disco mais ousado e diferente da carreira, agora pela Blue Note. Ao lado de Brandee Younger (que também lançou o ótimo "Brand New Life" neste ano), Jeff Parker, Jason Moran, Ambrose Akinmusire, Mark Guiliana, Thandiswa Mazwai e grande time:


Meshell Ndegeocello - "The Omnichord Real Book" (2023)




sexta-feira, 15 de setembro de 2023

PLAY: BCNR, John Zorn, Sightless Pit, Test, Yakuza, Yo La Tengo



2023 se aproxima do fim e as grandes obras do ano já se acumulam:



BLACK COUNTRY NEW ROAD


Exaltamos o primeiro disco do grupo por aqui, e a sensação continuou no segundo álbum, o elogiadíssimo "Ants From Up There", quase uma unanimidade no topo de listas do ano de 2022.


Após o baque de uma precoce mudança de formação, com a saída do vocalista Isaac Wood ainda em 2022, o grupo foi ousado e ambicioso em simplesmente aproveitar e lançar em 2023 um disco que, embora gravado ao vivo, é totalmente constituído de canções inéditas.


Vale a experiência de assistir a banda no palco, que revesa agora os vocais entre Tyler Hyde, Lewis Evans e May Kershaw de maneira muito dinâmica, cativando tanto quanto em estúdio. Isso explica como as canções, mesmo inéditas, funcionam tão bem. Um dos grandes nomes do rock moderno, já podemos dizer que totalmente consolidados:

 

Black Country, New Road - "Live At Bush Hall" (2023)





JOHN ZORN


Uma das maiores referências do blog, acaba de completar 70 anos e segue ativo, ultraprodutivo, com a habitual alta quantidade de discos e projetos lançados anualmente. O destaque vai, desta feita, para o vitorioso quarteto que já se apresentava ao vivo antes da pandemia, contituindo a New Masada, e que já havia lançado o disco de estreia em 2021. Em 2023, temos o segundo volume desta obra obrigatória, com Julian Lage (guitarra), Jorge Roeder (baixo) e Kenny Wollesen (bateria):


John Zorn - "New Masada Quartet Vol. 2" (2023)





SIGHTLESS PIT


O projeto de Lee Buford (The Body) e Dylan Walker (Full Of Hell) havia debutado em 2020 com grande disco, contando com toda a aura experimental de Kristin Hayter como então real membro do grupo.


Kristin (que já citamos este ano por aqui), porém, saiu do grupo e encerrou seu próprio projeto principal, o Lingua Ignota, sendo que passará a atender por Reverend Kristin Michael Hayter, com disco prometido ainda para este ano de 2023.


Nisso, restou à dupla substituir uma figura tão única com uma reunião bombática de convidados, do porte de Claire Rousay, Yokota Yoshimi (Boredoms, OOIOO), Midwife (Madeline Johnston), Lane Shi Otayonii (Otay:Onii, Elizabeth Colour Wheel), Frukwan (Stetsasonic, Gravediggaz), Iphigenia Douleur (Foie Gras), além do parceiro de Full Of Hell, Spencer Hazard (que atende por Industrial Hazard, também do Eye Flys e Sore Dream).


O disco pode surpreender os fãs do primeiro capítulo, já que agora mais pesado e investindo num dub frenético, transgressor, e aproveitando bem a diversidade de participações. Fator triste e inusitado, porém, é que o disco conta também com a rapper Gangsta Boo, do clássico Three 6 Mafia, que faleceu precocemente neste ano, pouco antes do lançamento do álbum:


Sightless Pit - "Lockstep Bloodwar" (2023)





TEST


Aqui uma honrosa menção ao duo brasileiro Test, formado por João Kombi (ex-Are You God?) e o exímio baterista Thiago Barata (D.E.R., ex-Sick Terror, Barriga De Verme). A dica já havia sido dada no excelente e pouco falado disco anterior, "O Jogo Humano" (2019), mas agora podemos dizer que de vez adentraram seu então death/grindcore num som insano, tipicamente experimental, de um álbum soberbo - levando o sugestivo nome de "normal", remetendo aos próprios lugares "normais" em que o disco foi gravado, o que resultou inclusive num documentário.


João e Barata são conhecidos da cena, não apenas pelos grupos que passaram, mas pela história incansável do próprio Test, uma verdadeira "marca" independente e sinônima de garra. Um grupo que se apresenta de diversas formas, em qualquer estado ou país, em qualquer local (literalmente, em qualquer local!), sozinhos, em aberturas ou colaborações diversas, a qualquer momento, improvisando e fritando sempre de maneira alucinante.


Com produção de James Plotkin e participação de nomes como Igor Cavalera, Jonnata Doll, Mariano Sarine (Deaf Kids) e Dylan Walker (citado logo acima, Full Of Hell, Sightless Pit):


TEST - "Disco Normal" (2023)





YAKUZA


O grupo do genial Bruce Lamont não está na linha de frente do heavy metal mundial, mas é de seus nomes mais instigantes e inovadores. Além disso, a tríade que foi de "Way Of The Dead" (disco incrível de 2002, contando até mesmo com Ken Vandermark) até "Transmutations" (2007), passando pelo nosso favorito da casa "Samsara" (2006), ficou há muito para trás... sendo que a banda esteve sem lançar um disco completo desde "Beyul" em 2012.


A espera, porém, se encerra em grande estilo:


Yakuza - "Sutra" (2023)





YO LA TENGO


Talvez a dica mais surpreendente desta leva, pois apesar do carinho pelo grupo noventista de Ira Kaplan e Georgia Hubley, não se esperava a esta altura o destaque para o grupo.


Vale ainda dizer que o EP "We Have Amnesia Sometimes" (2020), assim como a parceria com o também instigante Bardo Pond em "Parallelogram" (2015), já mostravam, mesmo hoje, um grupo pouco propenso a se acomodar.


Mas neste full length, voltamos a dar de cara com a essência clássica da banda, mas também com o lado experimental e visceral equilibrando muito bem, no que já podemos apontar como uma das grandes obras do ano.


E com uma faixa-título primorosa, além do título em si, necessário para nossos tempos:


Yo La Tengo - "This Stupid World" (2023)




quinta-feira, 31 de agosto de 2023

PLAY: Aja Monet, Algiers, Altin Gün, Anohni, Depeche Mode, Oxbow



O blog andou ausente, mas é hora de destacar o que de melhor escutamos até o momento, neste já avançado 2023:



AJA MONET


A escritora e ativista Aja Monet lançou seu primeiro e surpreendente álbum. Suas poesias fluem por um spoken word muito próprio, se aproximando do experimental, e não à toa contando com os vocais de Lonnie Holley, Eryn Allen Kane, Saul Williams, Novena Carmel (filha de Sly Stone) e instrumental de primeira com Christian Scott (hoje Chief Xian aTunde Adjuah, trompete), Luques Curtis (baixo), Elena Pinderhughes (flauta), Samora Pinderhughes (piano), Marcus Gilmore e Weedie Braimah (bateria/percussão).


Aja Monet - "When The Poems Do What They Do" (2023)





ALGIERS


O Algiers já foi citado no blog e já trilhava um caminho muito interessante, sendo que a variedade de temas dentro de um mesmo álbum hoje já supera bandas também inovadoras do post punk como Idles, Shame e mesmo o experimental Black Midi.


Com este disco coroam de vez sua sonoridade única, inclusive com convidados do calibre de Zack De La Rocha, Nadah El Shazly, Billy Woods e Backxwash:


Algiers - "Shook" (2023)





ALTIN GUN


É de se ressaltar que tal qual o moderno 'desert rock' (em suas inúmeras facetas e características regionais), e de outras conhecidas vertentes que vão do psicodélico/space rock, da surf music e do klezmer judaico (algo que vemos nas obras de John Zorn, dos Secret Chiefs 3 e mesmo em discos recentes do Subterranean Masquerade ou da sensação Black Country New Road), também volta à cena o chamado Anatolian Rock, o 'rock turco', sempre nesse amálgama com o pop/rock psicodélico.


Hoje, ao lado do Altin Gün (banda holandesa, mas que conta com membros turcos ou descendentes), temos em evidência as cantoras Gaye Su Akyol e Derya Yildirim (sendo que o Altin Gun também conta com uma mulher nos vocais, Merve Dasdemir), o grupo Replikas, o Şatellites (de Israel, também com uma mulher nos vocais, Yuli Shafriri), e até mesmo bandas como a francesa Gondhawa, o israelense Ouzo Bazooka, e podemos seguir por variados elementos do médio oriente passando por lançamentos recentes de Arooj Aftab, Elaha Soroor, Eerie Wanda, Emel Mathlouthi, Nadah El Shazly, Naissam Jalal, Maryam Saleh, Maurice Louca, Sona Jobarteh, Ammar 808, Deena Abdelwahed, Fatima Al Qadiri, Hieroglyphic Being, Jerusalem In My Heart, Ibrahim Maalouf, Sven Wunder, Yazz Ahmed, dentre tantos...


E de tantos citados, o novo disco do Altin Gün vem definitivamente para as cabeças, ao lado de seu já bem sucedido "On" (2018):


Altin Gün - "Ask" (2023)





ANOHNI & THE JOHNSONS


Álbum especial trazendo o retorno de Anohni Hegarty, que já havia liberado o absurdo disco solo "Hopelessness" (2016), mas desta vez retomando a parceria com seu grupo (antes "Antony And The Johnsons"), de vitoriosa carreira na primeira década deste século.


A obra não é menos do que se podia esperar, visceral, carregadíssima em seus vocais emocionais e únicos, trazendo na capa a face da ativista americana LGBT+ Marsha P. Johnson:


Anohni And The Johnsons - "My Back Was A Bridge For You To Cross" (2023)





DEPECHE MODE


Aqui a emoção também toma outro nível. Se um disco do DM é sempre um marco e garantia de qualidade, este álbum de 2023 alcança outro patamar quando lembramos do precoce falecimento de Andy Fletcher em 2022. Já tratamos no blog de alguns importantes discos recentes de David Bowie, Leonard Cohen, Nick Cave, Phil Elverum, ambientados em mortes... e aqui temos mais uma obra marcante, a qual, segundo a dupla Gahan e Gore, tem lamento e pesar, mas também celebração e alegria:


Depeche Mode - "Memento Mori" (2023)





OXBOW


Por fim, o caótico experimental noventista Oxbow, dos insanos Eugene Robinson e Greg Davis, teve grande retorno em 2017 com o aclamado "Thin Black Duke". Desta vez, assinam simplesmente com a Ipecac Recordings e trazem Kristin Hayter (Lingua Ignota) e Roger Joseph Manning Jr. à frente.


Oxbow - "Love's Holiday" (2023)



sexta-feira, 23 de dezembro de 2022

PLAY: Little Simz, Lucrecia Dalt, Mabe Fratti, Sudan Archives, Vanessa Rossetto, Violeta García, Zoh Amba



Apesar de um ano relativamente tímido, 2022 mostrou seu valor em 'pequenos grandes' destaques, grupos e artistas que podem comandar o restante da década. Apesar de nomes tradicionais também terem tido seu brilho, deixaremos muitos para a listinha de fim de ano que está chegando...


Por ora, encerramos nossos especiais mensais com algumas mulheres do experimentalismo mundial de 22, que não podem passar sem serem ouvidas:


LITTLE SIMZ


Little Simz - "No Thank You" (2022)




LUCRECIA DALT


Lucrecia Dalt - "¡Ay!" (2022)




MABE FRATTI


Mabe Fratti - "Se Ve Desde Aquí" (2022)




SUDAN ARCHIVES


Sudan Archives - "Natural Brown Prom Queen" (2022)




VANESSA ROSSETTO


Vanessa Rossetto - "The Actress" (2022)




VIOLETA GARCIA


Violeta García - "Fobia" (2022)




ZOH AMBA


Zoh Amba - "Bhakti" / "O, Sun" (2022)


terça-feira, 15 de novembro de 2022

PLAY: Ashenspire, Cosmic Putrefaction, Dream Unending, Swampborn, Turian, Wormrot



Seguimos no campo extremo nesta reta final de 2022, já rumando para as listas de fim de ano:



ASHENSPIRE


Ashenspire - "Hostile Architecture" (2022)





COSMIC PUTREFACTION


Cosmic Putrefaction - "Crepuscular Dirge For The Blessed Ones" (2022)





DREAM UNENDING


Dream Unending - "Song Of Salvation" (2022)





SWAMPBORN


Swampborn - "Beyond Ratio" (2022)





TURIAN


Turian - "No Longer Human" (2022)





WORMROT


Wormrot - "Hiss" (2022)



domingo, 28 de agosto de 2022

PLAY: Angles, Haru Nemuri, Ibibio Sound Machine, Koma Saxo, Nate Wooley, Otoboke Beaver



2022 sob seu prisma mais interessante e criativo:


ANGLES


Angles - "A Muted Reality" (2022)




HARU NEMURI


Haru Nemuri - "Shunka Ryougen" (2022)




IBIBIO SOUND MACHINE


Ibibio Sound Machine - "Electricity" (2022)




KOMA SAXO


Petter Eldh, Koma Saxo & Sofia Jernberg - "Koma West" (2022)




NATE WOOLEY


Nate Wooley, Mary Halvorson, Ryan Sawyer & Susan Alcorn - "Columbia Icefield: Ancient Songs Of Burlap Heroes" (2022)




OTOBOKE BEAVER


Otoboke Beaver - "Super Champon" (2022)