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terça-feira, 15 de setembro de 2015

PLAY: Coheed And Cambria, Kylesa, Metric, Soulsavers, Young Fathers







Variedade de 2015:




COHEED AND CAMBRIA


Coheed And Cambria - "The Color Before The Sun" (2015)














KYLESA


(destacamos aqui)


Kylesa - "Exhausting Fire" (2015)














METRIC


(falamos aqui)


Metric - "Pagans In Vegas" (2015)














SOULSAVERS & DAVE GAHAN


(falamos aqui)


Soulsavers feat. Dave Gahan - "Angels And Ghosts" (2015)














YOUNG FATHERS


(falamos aqui)


Young Fathers - "White Men Are Black Men Too" (2015)


















quarta-feira, 27 de março de 2013

MUSAS: Emily Haines





A cativante canadense Emily Haines transita por diversos caminhos. A pose perfeita, quase de modelo, poderia indicar até uma cantora pouco expressiva. Ao se ouvir sua voz, logo se vê que, muito pelo contrário, esta soa intensa e até bastante característica, criando um estilo próprio que ao longo dos anos tentou imprimir em suas diversas bandas e projetos.


Circulando desde os fins dos anos 90, estilosa, postou-se à frente do promissor Metric, revezando com diversas participações em outros projetos, sendo seu mais notório trabalho com o Broken Social Scene - encontrando ainda disposição para lançar seu Soft Skeleton, com o qual lançou, sob seu nome, "Knives Don't Have Your Back" (2006).


A garota é dinâmica e produtiva, sem dúvida, e as referidas bandas pra lá de empolgantes e competentes. Poderíamos dizer que o som do Metric, sua banda principal, projetava-se mais 'redondo' - embora diferenciado, já soando moderno e ganhando muito em personalidade com a bela voz da jovem. Já o Broken Social Scene, por ser um projeto mais amplo e colaborativo, tinha seus ares até mesmo mais experimentais. Por fim, seu Soft Skeleton trazia alguma introspecção por parte da compositora.


Porém, o mais importante a se destacar é o impactante talento da moça. Canta muito! Sensual sem maiores apelações. Cria todo um estilo com seu tom e postura, que pode ir do frio, quase blasé, até o auge da potência que sua voz alcança.


Por fim, vale destacar que o acertado METRIC também evoluiu junto com ela, e em 2012 lançaram algo digno de ser chamado de obra-prima. Qualquer coisa que, por mais talentosos que fossem, e por mais promissora que a proposta da banda pudesse parecer, dificilmente se esperaria de um grupo como aquele. Refiro-me ao já clássico "Synthetica", um dos grandes discos do ano passado, e ao qual este blog ainda se dedicará no futuro.



Por ora, nos rendamos à espertíssima figura de Emily Haines:






http://ilovemetric.com/

http://www.emilyhaines.com/

http://en.wikipedia.org/wiki/Emily_Haines