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sexta-feira, 1 de maio de 2015

PLAY: A Place To Bury Strangers, Mew, Muse, Soft Moon, Tyondai Braxton





Alguns dos melhores lançamentos do ano até agora, você confere abaixo:



A PLACE TO BURY STRANGERS

Os americanos vêm se destacando como um dos promissores nomes do rock atual:


A Place To Bury Strangers - "Transfixiation" (2015)












MEW

Uma das grandes bandas do final dos anos 90, e com discos magníficos ao longo da última década, põe fim à escassez de lançamentos com o sucessor do já longínquo "No More Stories..." de 2009:


Mew - "Plus Minus" (2015)












MUSE

Os ingleses (destacamos aqui e aqui) atacam com novo clipe do promissor novo álbum:


Muse - "Drones" (2015)












THE SOFT MOON

Bela banda americana de sonoridade instigante, tanto quanto o novo vídeo:


The Soft Moon - "Deeper" (2015)












TYONDAI BRAXTON

O filho de Anthony Braxton revela o sucessor do maravilhoso "Central Market" (2009):


Tyondai Braxton - "HIVE1" (2015)















domingo, 17 de agosto de 2014

REFERÊNCIA: Anthony Braxton


Anthony Braxton
04/06/1945
Chicago, Illinois (EUA)






"Eu comecei meu trabalho em 1960. Como um jovem rapaz, eu tinha muito interesse em rock'n roll e jazz. Mais tarde eu descobri a composição. Em 1966 eu fiz meu primeiro concerto solo, e esse foi o ponto de virada do meu trabalho e o começo dele como eu o entendo."


"Minha música não é jazz, não é música clássica, mas é uma música que é como a minha vida, que está entre esse espaço... não é preto, não é branco. Não é democrático ou republicano. A nomenclatura que chamamos de jazz é parte do que eu aprendi - eu sempre amei jazz, e certamente amo a música clássica - mas o meu trabalho é em outro espaço e não pode ser entendido com os modelos clássicos. Eis porquê estou começando a definir a filosofia da música."


"A grande obra de Richard Wagner teve real influência sobre mim. E eu me tornei interessado em contar histórias, em construir personagens, construções psicológicas. E sim, a ópera era uma forma de trazer um mundo imaginário."


"Meu desejo é ter um concerto em Nova York, que aconteça ao mesmo tempo em São Paulo, e em Praga, na República Tcheca. Ao mesmo tempo ter câmeras de televisão ligando tudo isso por meio de holografias em que todos podem ver tudo. No final, o que estou descrevendo? Descrevo novos modelos que estão relacionados com o terceiro milênio, e não para o século XX. Novos modelos que permitirão o teletransporte, performances simultâneas, por exemplo."