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terça-feira, 28 de agosto de 2018

PLAY: Jack White, Kali Uchis, Nine Inch Nails, Steve Perry, Teyana Taylor






Saindo dos campos mais pesados, vamos dar uma geral no que ocorre no pop/rock mundial:



JACK WHITE


Após duas das melhores obras desta década, o fenomenal JACK WHITE ataca com seu terceiro disco solo, mais contido em inovações, mas mantendo seu alto padrão:


Jack White - "Boarding House Reach" (2018)








KALI UCHIS


Eis o álbum deste ano, seu primeiro completo de estúdio, contendo a faixa "After The Storm", ao lado de Tyler The Creator e ninguém menos que Bootsy Collins. Na produção, também nomes de ponta como Badbadnotgood e Thundercat. Talvez não seja o ápice criativo que se esperava, mas é uma bela revelação entre as vozes femininas:


Kali Uchis - "Isolation" (2018)








NINE INCH NAILS


Após dois excelentes EPs, "Not The Actual Events" (2016) e "Add Violence" (2017), Trent Reznor retorna com álbum completo de seu grupo principal após cinco anos, em uma pegada bem mais soturna e pesada que o (também ótimo) trabalho anterior, "Hesitation Marks" (2013):


Nine Inch Nails - "Bad Witch" (2018)








STEVE PERRY


Retorno inesperado de uma das grande vozes do hard/AOR. A primeira música já agrada os ouvidos de quem sempre apreciou Journey e sua carreira solo:


Steve Perry - "Traces" (2018)








TEYANA TAYLOR


Agora apadrinhada por Kanye West, o segundo disco da garota faz parte da sequência megalomaníaca de West produzindo nomes como Pusha T, NAS, Kid Cudi, além de seu próprio novo trabalho solo, "Ye". Assim como a citada Kali, não esbanja originalidade, embora seja mais um bom disco de 2018:


Teyana Taylor - "K.T.S.E." (2018)








sexta-feira, 26 de agosto de 2016

FROM THE HEART: Journey - "Escape" (1981)





"A singer in a smoky room
The smell of wine and cheap perfume..."



Journey - "Escape" (1981)


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

SPECIAL: Journey




Difícil escolher um disco do Journey para dizer que é "do coração". Poderia ser o "Escape" (1981), o "Raised On Radio" (1986), o "Infinity" (1978)... poderia ser (praticamente) qualquer outro. Deixarei para pensar isso no futuro.

A verdade é que "Frontiers" (1983), completando 30 anos neste 2013, dispara como um dos favoritos. Pouca novidade até aí, o disco traz um caminhão de hits e mostra a banda em seu auge.

Mas o ano comemorativo permite a reflexão da importância desta injustiçada banda que, como todas do estilo Hard/AOR, ficaram com fama de "bregas".


Não sei ao certo de onde vem isso. O Journey, com discos essenciais como o aqui tratado, lidera uma linha com STYX, Foreigner, Asia, Toto, Kansas... o Winger teve um pé ali, também em sua carreira solo... mesmo saindo do Hard propriamente dito, podemos citar Alan Parsons... enfim, bandas/artistas geniais, sofisticados, que buscaram em suas carreiras um lado mais teatral, prezando por fortes arranjos harmônicos e vocais marcantes, carregando toda uma aura progressiva aliada ao poder do Hard Rock...


O Journey concilia todos esses fatores, e esse disco é uma prova concreta disso. Os vocais performáticos e intensos de Steve Perry falam por si só, um marco na história do rock. Toda a sofisticação que agregaram ao estilo. O poder, e o sucesso atemporal de suas composições, inclusive bastante variadas entre si.

Nada disso pode passar batido em face do preconceito de muitos.


30 anos do histórico "Frontiers"!