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sábado, 4 de agosto de 2018

PLAY: The End, The Sea Within, Ultraphonix





Nossa fixação por supergrupos e projetos paralelos segue firme:



THE END


Dissemos aqui que não seria a última vez no ano a se falar no genial Mats Gustafsson. Junto de Sofia Jernberg (vocais, também do Fire!), Kjetil Moster (sax), Anders Hana (guitarras) e Greg Saunier (bateria), o grupo se definiu como "industrial grindcore free jazz MEETS sing & noise hardcore esthetics!". Quer mais?


The End - "Svårmod Och Vemod Är Värdesinnen" (2018)










SEA WITHIN


Daniel Gildenlöw (Pain Of Salvation) dá novo passo após o vitorioso capítulo com sua banda principal, escrito em "The Passing Light Of Day" (2017). Para isso, se juntou num verdadeiro supergrupo prog com Roine Stolt (Kaipa, Flower Kings), Jonas Reingold (Flower Kings, Karmakanic), o exímio tecladista Tom Brislin e o renomado baterista Marco Minnemann (Steven Wilson, The Aristocrats, The Mute Gods). É tudo tão maravilhoso quanto parece:


The Sea Within - "The Sea Within" (2018)










ULTRAPHONIX


Se não transborda experimentalismos, aqui a abordagem não é menos instigante ou original. Um dos maiores vocalistas de nossos tempos, Corey Glover (Living Colour) se junta a um improvável George Lynch (Dokken, Lynch Mob, KXM) neste projeto único como o título de seu debut:


Ultraphonix - "Original Human Music" (2018)










sexta-feira, 24 de outubro de 2014

PAIN OF SALVATION




Há de se lembrar que um dos slogans do sueco PAIN OF SALVATION, quando ainda era visto como umas espécie de "novo Dream Theater" por parte do público dentro do âmbito metálico, era o de uma banda que "revolucionaria a maneira de ouvirmos música".


Não deu outra. Destacamos o que pode ter sido o grande ponto de virada dos suecos, que foi o lançamento de "The Perfect Element" no marcante e simbólico ano de 2000!


Ali o som já complexo e ousado deu seu passo à frente, chegando às massas como uma real revolução sonora poucas vezes tão densa e bem feita. Letras viscerais e toda uma agonia no som, este mesmo um amálgama de influências e diversificação de climas e estilos, de modo que o chamado progressive metal sentia que havia ganho novos mestres.


Tudo isso, claro, capitaneado por uma mente inquieta e brilhante: Daniel Gildenlöw. Deste viria a obra máxima, "Be" (2004) caminhava por muitos estilos, entre vinhetas, interlúdios e composições por demais ousadas e inovadoras para o âmbito às vezes "certinho" demais ou até insípido do prog. O PoS era das bandas que mostrava como fazer e que caminho tomar: o da diversificação sempre!


Não à toa, voltariam a se renovar nos (já nem tão) recentes "Road Salt One" (2010) e "Road Salt Two" (2011).


E agora novo capítulo acústico a contar, e coroar, esta nova fase, que já pede por novo capítulo inédito após tão vitoriosas e intensas turnês:


Pain Of Salvation - "Falling Home" (2014)















http://www.painofsalvation.com/
http://en.wikipedia.org/wiki/Pain_of_Salvation