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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

PLAY: Machine Head, Orphaned Land, Royal Hunt, Therion





2018 se inicia com agito entre algumas das já clássicas bandas do âmbito pesado:



MACHINE HEAD


Já muito tratado por aqui, o grupo americano segue lançando ótimos álbuns de um heavy criativo, moderno e revigorado, mas ainda não soa à altura dos (ainda recentes) épicos "The Blackening" (2007) e "Unto The Locust" (2011):


Machine Head - "Catharsis" (2018)












ORPHANED LAND


Outro dos preferidos do blog, os israelenses surgiram como uma banda extremamente criativa e quase experimental em seus primeiros álbuns, culminando num equilíbrio que gerou clássicos belíssimos, do porte de "Mabool" (2004) e "The Never Ending Way Of ORWarriOR" (2010). Desde então, no entanto, parecem cair no dilema citado acima para o Machine Head: a ausência do famoso "passo à frente".

Este disco é abrilhantado por participações de Hansi Kürsch (Blind Guardian), Tomas Lindberg (At The Gates) e Steve Hackett:


Orphaned Land - "Unsung Prophets & Dead Messiahs" (2018)












ROYAL HUNT


Mais um grupo que adoramos (veja aqui, aqui ou aqui), mas deste há algum tempo não esperamos muita inovação além de sua já clássica batida neoclássica de aura prog/hard. Uma banda única no estilo, mas já um tanto saturada desde a saída de John West e o retorno do (também ótimo) DC Cooper aos vocais. Ainda assim, não deixamos de recomendar os bombásticos dinamarqueses:


Royal Hunt - "Cast In Stone" (2018)












THERION


Também não cobraríamos muito no fator "originalidade" a essa altura da carreira do já veterano Therion. Porém, Christofer Johnsson costuma nos surpreender, mesmo dentro do saturado estilo sinfônico que ajudou a criar. Mente inquieta, mesmo na discografia recente do grupo temos alguns novos clássicos, do porte de "Lemuria/ Sirius B" (2004), do épico "Gothic Kabbalah" (2007) ou do fino e belíssimo "Les Fleurs Du Mal" (2012). Damos sempre um voto de confiança à grandiloquência dos suecos:


Therion - "Beloved Antichrist" (2018)









terça-feira, 23 de setembro de 2014

SPECIAL: MELHORES DA DÉCADA (2)




Continuando a saga, e seguindo as mesmas regras, eis que citamos mais alguns "donos da década" atual.... (leia a parte anterior aqui)



11 - DEVIN TOWNSEND



(falamos aqui)

Insano, a grande referência do heavy contemporâneo. Com discos que vão do prog que flerta com o eletrônico, música ambiente, new wave ("Ghost" de 2011 ou "Casualties Of Cool" de 2014), até o extremo criativamente desenfreado de épicos do porte de "Deconstruction" (2011) e "Epicloud" (2012) - acima retratados. Com turnês bem sucedidas, lançamento de DVD, inúmeras parcerias em suas composições e projetos paralelos (destaque para o promissor Revolution Harmony), além da atual promessa das continuações do ótimo "Ziltod" de 2007. Absoluto!






12 - ROBERT GLASPER



(falou-se aqui e aqui)

Glasper saiu de destaque como músico de apoio para um compositor de mão cheia. Dois projetos "Black Radio", vitoriosos e aclamados, com parcerias acertadas e som refinado e original. Nada mais se poderia pedir deste prodígio que emerge num âmbito diversificado do jazz mundial.






13 - ALCEST



Da França viria um dos maiores destaques do heavy mundial. Banda relativamente muito nova, pôde conquistar os fãs ao longo de 4 discos, no amálgama entre heavy/black metal com o que se convencionou chamar de shoegaze/post rock - uma salutar nova tendência na música pesada, das quais se tornaram uma das principais referências. No novo disco, "Shelter" (2014), flertaram até mesmo com uma sensacional aura pop. Numa seara mais extrema/doom, dividiram os holofotes com o excelente Agalloch, também de ótimos lançamentos, sendo banda inclusive mais antiga que o grupo francês. Uma louvável nova safra em seu auge criativo.






14 - TRICKY



(falamos aqui e aqui)

O blog pensou antes de inserir o músico Adrian Thaws nesta lista. Tricky sempre se manteve discreto e, apesar do nome e da irrepreensível discografia que tem em seu nome, é pouco prestigiado pela grande mídia. Na década passada ficou em segundo plano e nesta não parece ser diferente, mesmo com ao menos dois lançamentos de impacto e qualidade realmente notáveis, em especial o ótimo "False Idols" (2013). Em 2014 já ataca com um disco auto-intitulado com seu nome real, "Adrian Thaws" (2014), que vem com a obrigação de manter a vitoriosa fórmula de seus antecessores. Tricky é sempre uma boa pedida, e merece destaque nesta lista!






15 - KANYE WEST



O megalomaníaco rapper, de sucesso mundial, poderia se acomodar nessa altura da carreira, com fama e dinheiro. Ao contrário, parece querer investir cada vez mais em obras fantásticas e bombásticas, mexer e chocar seu público. Vindo de uma figura do mainstream, chama atenção a louvável atitude, seja ela polêmica, por egocentrismo ou puro golpe de marketing. Arte pela arte, analisando disco a disco, fato é que Kanye acertou a mão em "My Beautiful Dark Twisted Fantasy" (2010) e mesmo na parceria com Jay Z no competente "Watch The Throne" (2011), sempre ao lado de ótimos convidados e com produções grandiosas. A cereja do bolo veio com o enxuto e torto "Yeezus" (2013), um dos grandes álbuns do ano passado! Que assim continue...






16 - LEONARD COHEN



(citamos aqui)

Completando 80 anos em 2014, eis que Cohen lança "Popular Problems" - sempre mostrando competência, refinamento e alguma forma de se reinventar, não inportando sua idade. A nova obra vem na sequência do profundo "Old Ideas", um dos grandes discos do ano de 2012 (primeiro disco de inéditas desde o longínquo ano de 2004!). O mestre segue em alta na década corrente.






17 - ACTRESS



Darren J. Cunningham entrou na linha de frente da música eletrônica e mesmo experimental, com alguns dos exemplares mais instigantes do estilo em anos. "Splazsh" (2010) já pode ser considerado uma espécie de clássico, referencial, e o que veio em seguida apenas confirmou o talento do nome ACTRESS, com "R.I.P." (2012) e, não tendo encerrado as atividades conforme se podia pensar, ataca com um dos melhores lançamentos deste ano, "Ghettoville" (2014).






18 - ORPHANED LAND



(falamos aqui e aqui)

Os israelense já contavam com um trabalho excepcional e divisor de águas dentro da música pesada (inclusive incluindo seu país no mapa metálico mundial). Tratava-se do ótimo "Mabool: The Story Of The Three Sons Of Seven" (2004). Nesta década, finalmente voltaram a atacar, quando parecia que a cena poderia se esquecer de banda tão promissora (diga-se, desde seus discos iniciais). Eis que "The Never Ending Way Of ORWarriOR" (2010) e "All Is One" (2013) colocaram a banda na linha de frente do heavy mundial, por sua originalidade e indiscutível merecimento.






19 - STEVEN WILSON



Famalos agora de um gênio já muito conhecido no mundo prog/heavy. Inclusive produtor dos discos do Orphaned Land, acima citado - só para citar um de seus trabalhos. Como líder e compositor, está à frente de inúmeros projetos (nesta década destacam-se I.E.M., Blackfield e Bass Communion, só para citar alguns), além de sua banda principal, o Porcupine Tree (sem lançamentos inéditos desde 2009, para desespero de seus fãs). Importante, no entanto, ressaltar seus dois últimos álbum solo, que deram o que falar na cena: "Grace For Drowning" (2011) e o já épico "The Raven That Refused To Sing (And Other Stories)" (2013). Acompanhando este último já clássico trabalho, lançou com o projeto STORM CORROSION o magnífico disco auto-intitulado de 2012. Não à toa, seu parceiro neste último foi Mikael Akerfeldt (Opeth), outra figura exemplar dona (também) desta década, em especial com os lançamentos de sua banda, que harmonizam com a delicadeza e criatividade dos demais aqui citados: "Heritage" (2011) e "Pale Communion" (2014).






20 - MICKEY HART



Uma pena terem passado completamente despercebidas essas duas grandes obras do ex-Grateful Dead: "Mysterium Tremendum" (2012) e "Superorganism" (2013) - neste último, Hart criou sons providos diretamente de sua ondas cerebrais. Um inovador convicto, e que lança discos pra lá de empolgantes, o que é louvável. Merece todo o destaque que lhe é negado.




sexta-feira, 23 de maio de 2014

ORPHANED LAND





Os israelenses do ORPHANED LAND não são exatamente uma "descoberta" no âmbito metálico. Já vêm construindo um bom nome ao longo de mais de uma década, com destaque para o fato de o grupo ser de Israel - saindo do eixo geográfico comum na cena. Destaca-se tal fato, principalmente, porque vir de um país periférico (em relação à Europa e EUA) e conseguir se impor com relevância, personalidade e, acima de tudo, ORIGINALIDADE, é matéria para poucos (que o diga o brasileiro Sepultura).


Mas, conforme dito, não basta ser de um país "incomum". Deve mostrar a que veio.


Rótulos são dispensáveis para o Orphaned Land. Há melodia, há folk, há as óbvias raízes orientais, pendendo para o lado heavy e alcançando o metal extremo em diversas passagens. A complexidade geral do som, por sua concepção, pelas composições e pela constante busca de novos elementos sonoros e jogo de influências, leva inevitavelmente ao Prog Metal - um progressivo bastante peculiar.



Mas toca-se novamente na tecla da "música oriental", aqui tomada em sentido lato e sem muita precisão. Remetemo-nos à música árabe, ao próprio klezmer israelense, e a todo o conceito étnico que o grupo prega - inclusive, diga-se, levantando a bandeira da união e tolerância entre povos tão beligerantes e segregados.



Para fazer essa junção, é preciso saber fazer. Não, o Orphaned Land não foi pioneiro, não foi o descobridor ou o primeiro a realizar o encontro do Heavy Metal com passagens da música oriental. Mas eles foram desbravadores em fazer do MODO como fizeram. Não é algo forçado, algo óbvio. Há sofisticação, o conceito permeia o som como um todo, é arte precisa e inteligente. Permitida a analogia, falamos de Sepultura, mas o ANGRA, no Brasil, foi dos únicos a fazer algo semelhante com a musicalidade brasileira (no disco "Holy Land").



Não basta se ter a "ideia" de imprimir a sonoridade local às guitarras distorcidas e pronto. Deve-se saber fazê-lo. E o OL o faz com sabedoria e leveza. Com dinâmica própria e reinvenção a cada disco, a cada faixa. De certo, louvável.



Eis porque merece todo o aplauso do blog e do público em geral.




http://www.orphaned-land.com/
http://en.wikipedia.org/wiki/Orphaned_Land






segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

SPECIAL: TOP 2013
HEAVY METAL





Desde logo, vale destacar que listas são listas. Trazem sua carga de informação, mas também uma alta carga de subjetivismo. Esta, como qualquer outra, não visa trazer verdades, nem ser absoluta. Sofre por não ser completa, pois há sempre lançamentos aos quais ou daremos maior/melhor atenção adiante, ou que sequer descobrimos de fato ainda - eis que deixemos a eterna e deliciosa experiência da descoberta para o futuro!

Mas, por ora, ficam essas impressões de 2013 no âmbito específico da música pesada:





TOP 20 - MELHORES DE 2013
(ordem alfabética)

  • And So I Watch You From Afar - All Hail Bright Futures
  • Big Business - Battlefields Forever
  • Coheed And Cambria - The Afterman, Descension
  • Corrections House - Last City Zero
  • Dillinger Escape Plan - One Of Us Is The Killer
  • Ephel Duath - Hemmed By Light, Shaped By Darkness
  • Ihsahn - Das Seelenbrechen
  • Jon Oliva - Raise The Curtain
  • Korn - The Paradigm Shift
  • Kylesa - Ultraviolet
  • Mutation - Error 500
  • Mutoid Man - Hellium Head
  • Orphaned Land - All Is One
  • Protest The Hero - Volition
  • Rotting Christ - Kata Ton Daimona Eaytoy
  • Royal Hunt - A Life To Die For
  • Secret Chiefs 3 - Book Of Souls, Folio A
  • Shining - One One One
  • Stone Sour - House Of Gold & Bones II
  • SubRosa - More Constant Than The Gods


*menção honrosa: Ulver - Messe I.X-VI.X












TOP 20 - CLASSICAL/PROGRESSIVE



  • Anton Johansson - Galahad Suite
  • Artlantica - Across The Seven Seas
  • Ayreon - The Theory Of Everything
  • Blackfield - Blackfield IV
  • Fish - A Feast Of Consequences
  • Haken - The Mountain
  • In The Silence - A Fair Dream Gone Mad
  • James LaBrie - Impermanent Resonance
  • Jolly - The Audio Guide To Happiness Part II
  • Jupiter Society - From Endangered To Extinct
  • Leprous - Coal
  • Mattias Ia Eklundh - Freak Guitar: The Smorgasbord
  • Moon Safari - Himlabacken Vol. I
  • Reign Of The Architect - Rise
  • Rin Toshite Shigure (aka Ling Tosite Sigure) - I'm Imperfect
  • Sound Of Contact - Dimensionaut
  • Steven Wilson - The Raven That Refused To Sing And Other Stories
  • Tesseract - Altered States
  • Von Hertzen Brothers - Nine Lives
  • Vulture Industries - The Tower

*menção honrosa: Minnemann Rudess Levin

*notas

- destaque para os retornos da saudosa seleção progressiva do ARTENSION (sob o nome de ARTLANTICA), e do magnífico disco lançado pelo JUPITER SOCIETY, que conta com ninguém menos que MATS LÉVEN (Abstract Algebra, Therion, Candlemass) e Leif Edling (Candlemass, Avatarium)

- belas empreitadas de ANTON JOHANSSON (Andromeda, The Codex) e da revelação REIGN OF THE ARCHITECT, que conta com membros do antigo - e excelente! - AMASEFFER, assim como de outra revelação do ano, o israelense OMB (que lançou em 2013 o debut "SwineSong")

- percebo a consolidação do VULTURE INDUSTRIES como grupo inventivo e de forte apelo teatral. Quem era mestre nesta seara, porém, é ARJEN LUCASSEN, que apresentou certa QUEDA criativa com seu épico projeto AYREON. Mesma (ou maior) queda apresentada pelo DREAM THEATER (lista abaixo) após a saída de Mike Portnoy, embora com ligeira melhoria neste novo álbum auto-intitulado















TOP 40 - BONS DISCOS, POUCA OUSADIA

  • Amorphis - Circle
  • Annihilator - Feast
  • Avantasia - The Mystery Of Time
  • Carcass - Surgical Steel
  • Cathedral - The Last Spire
  • Children Of Bodom - Halo Of Blood
  • Circle II Circle - Seasons Will Fall
  • Clutch - Earth Rocker
  • Dark Tranquility - Construct
  • Dream Theater - Dream Theater
  • Fates Warning - Darkness In A Different Light
  • Ghost B.C. - Infestissumam
  • Hatebreed - The Divinity Of Purpose
  • Helloween - Straight Out Of Hell
  • Hypocrisy - End Of Disclosure
  • Jorn - Traveller
  • Kataklysm - Waiting For The End To Come
  • Killswitch Engage - Disarm The Descent
  • Kvelertak - Meir
  • Melvins - Tres Cabrones
  • Pink Cream 69 - Ceremonial
  • Place Vendome - Thunder In The Distance
  • Red Fang - Whales And Leeches
  • Riverside - Shrine Of New Generation Slaves
  • Rob Zombie - Venomous Rat Regeneration Vendor
  • Satan - Life Sentence
  • Sepultura - The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart
  • Seventh Key - I Will Survive
  • Sirenia - Perils Of The Deep Blue
  • Soilwork - The Living Infinite
  • Soulfly - Savages
  • Spiritual Beggars - Earth Blues
  • Stryper - No More Hell To Pay
  • Suicidal Tendencies - 13
  • Tarja Turunen - Colours In The Dark
  • TomahawkOddfellows
  • Tristania - Darkest White
  • Trouble - The Distortion Field
  • The Vision Bleak - Witching Hour
  • Voivod - Target Earth

*menção honrosa: Anneke Van Giersbergen - Drive

*notas:

- destaques para CARCASS, MELVINS, SEPULTURA (sempre!), VOIVOD, ROB ZOMBIE e o retorno do TOMAHAWK de Mike Patton e Trevor Dunn

- DECEPÇÕES amargas com: MEGADETH (a ótima faixa-título "Super Collider" mascara um disco chato, SEM inspiração, peso ou criatividade); MINISTRY (bom disco, mas tratava-se de uma banda por demais ousada, e que hoje se contenta com MAIS DO MESMO); e ambos os QUEENSRYCHE (não se chuta Geoff Tate da banda se for para colocar alguém que soe como ele, mas com um som tão MENOS criativo. Por outro lado, Tate teve a chance de dar sua resposta, mas não o fez à altura, com um disco MELHOR que o do "rival", mas ainda assim SEM GRAÇA)

- SERJ TANKIAN (System Of A Down) lançou um disco delicioso, mas de sonoridade muito diversa da do SOAD ou do restante de sua carreira solo, indo para o campo do prog/jazz. Vale o registro, sendo que ainda participou em canções do REVOLUTION HARMONY (de Devin Townsend e Ihsahn, ainda sem disco) e do exímio rapper TECH N9NE

- não se citou clássicos como MOTÖRHEAD e BLACK SABBATH, até pela grandeza de ambas, e de quem não se pode cobrar grandes inovações a esta altura da carreira. Em relação ao Sabbath, fica o destaque apenas pelo retorno, pelo mestre Iommi em forma e pela maravilhoso single (e capa) de "God Is Dead"












TOP 15 - ALGUÉM EXPLICA?


  • Alter Bridge - Fortress
  • Anciients - Heart Of Oak
  • Asking Alexandria - From Death To Destiny
  • Audrey Horne - Youngblood
  • Avatarium - Avatarium
  • Avenged Sevenfold - Hail To The King
  • Bombus - The Poet And The Parrot
  • Born Of Osiris - Tomorrow We Die Alive
  • Bring Me The Horizon - Sempiternal
  • Deafheaven - Sunbather
  • In Solitude - Sister
  • Kadavar - Abra Kadavar
  • Norma Jean - Wrongdoers
  • Scorpion Child - Scorpion Child
  • Volbeat - Outlaw Gentlemen & Shady Ladies

*notas:

- aqui, apenas uma tentativa de entender o sucesso e falatório acerca das bandas ou discos acima, constando com muito destaque na mídia e/ou nas listas de "melhores do ano" por aí. Perceba que não classificaríamos nenhum dos trabalhos como "ruim", longe disso, alguns são até bem interessantes e (poucos) até trazem algum sinal de inovação. Mas... é para tanto? Aguardamos a evolução criativa dos citados!


- semelhante afirmação pode-se fazer do AVATARIUM de Leif Edling (ex-Candlemass), sendo que o próprio, conforme já vimos acima, lançou trabalho bem melhor ao lado do JUPITER SOCIETY












BONUS: PARA FICAR DE OLHO!

  • A Pale Horse Named Death - Lay My Soul To Waste
  • A Storm Of Light - Nations To Flames
  • Aborym - Dirty
  • All Pigs Must Die - Nothing Violates This Nature
  • Altar Of Plagues - Teethed Glory And Injury
  • An Autumn For Crippled Children - Try Not To Destroy Everything You Love
  • Aristocrats - Culture Clash
  • Arsis - Unwelcome
  • Arsonists Get All The Girls - Listen To The Color
  • Author & Punisher - Women & Children
  • Beastmilk - Climax
  • The Black Dahlia Murder - Everblack
  • Black Veil Brides - Wretched And Divine
  • Bl'ast - Blood!
  • Blue Coupe - Million Miles More
  • The Body - Christs, Redeemers
  • Boris - Präparat
  • Botanist - IV, Mandragora
  • Bruce Soord & Jonas Renkse - Wisdom Of Crowds
  • Caligula's Horse - The Tide, The Thief & River's End
  • Cough & Windhand - Reflection Of The Negative
  • Cult Of Luna - Vertikal
  • Dark Buddah Rising - Dakhmandal
  • Deafheaven - Sunbather
  • The Devil's Blood - III, Tabula Rasa Or Death And The Seven Pillars
  • DevilDriver - Winter Kills
  • Doomriders - Grand Blood
  • Erra - Augment
  • Esben And The Witch - Wash The Sins Not Only The Face
  • Fen - Dustwalker
  • Five Finger Death Punch - The Wrong Side Of Heaven And The Righteous Side Of Hell, Vol. 2
  • Full Of Hell - Rudiments Of Mutilation
  • Gazette - Beautiful Deformity
  • George Bellas - Astral Projection
  • Giles Corey - Hinterkaifeck
  • Gnaw - Horrible Chamber
  • God Is An Astronaut - Origins
  • Gorguts - Colored Sands
  • Grave Miasma - Odori Sepulcrorum
  • Gris - À L'Âme Enflammée, L'Âme Constellée
  • Hammerhands - Glaciers
  • Haxan Cloak - Excavation
  • Helen Money - Arriving Angels
  • Iceage - You're Nothing
  • Imbogodom - Metafather
  • Inter Arma - Sky Burial
  • Intronaut - Habitual Levitations (Instilling Words With Tones)
  • Jerusalem In My Heart - Mo7it Al-Mo7it
  • Jess And The Ancient Ones - Astral Sabbat
  • Jesu - Everyday I Get Closer To The Light From Which I Came From
  • Jinjer - Inhale, Don't Breathe
  • Jute Gyte - Noctis Labyrinthus
  • Karnivool - Asymmetry
  • Kayo Dot - Hubardo
  • Ken Mode - Entrench
  • Locrian - Return To Annihilation
  • London Grammar - If You Wait
  • Lustmord - Word As Power
  • Massive Audio Nerve - Cancer Vulgaris
  • Melt-Banana - Fetch
  • Michael Monroe - Horns And Halos
  • Motorpsycho - Still Life With Eggplant
  • Mouth Of The Architect - Dawning
  • My Dying Bride - The Manuscript (EP)
  • Nails - Abandon All Life
  • New Keepers Of The Water Towers - Cosmic Child
  • Nightfall - Cassiopeia
  • Nosound - Afterthoughts
  • Oathbreaker - Eros, Anteros
  • Obsidian Kingdom - Torn & Burnt
  • The Ocean - Pelagial
  • October Tide - Tunnel Of No Light
  • Oiseaux-Tempête - Oiseaux-Tempête
  • Oranssi Pazuzu - Velonielu
  • Orchid - The Mouths Of Madness
  • OVO - Abisso
  • Palms - Palms
  • Pelican - Forever Becoming
  • Peste Noire - Peste Noire
  • Pestilence - Obsideo
  • Pharmakon - Abandon
  • Portal - Vexovoid
  • Power Trip - Manifest Decimation
  • Primitive Man - Scorn
  • Progenie Terrestre Pura - U.M.A.
  • Pryapisme - Hyperblast Super Collider
  • Psychofagist - Songs Of Faint And Distortion
  • Puce Mary - Success
  • Queen Elephantine - Scarab
  • Rivers Of Nihil - The Conscious Seed Of Light
  • Ruins Of Beverast - The Blazing Gospel Of Heinrich Kramer
  • Samsara Blues Experiment - Waiting For The Flood
  • Scale The Summit - The Migration
  • Scar The Martyr - Scar The Martyr
  • Seizures - The Sanity Universal
  • Sete Star Sept - Visceral Tavern / Sacrifice / Messenger From The Darkness
  • Seven Sisters Of Sleep - Opium Morals
  • Seventh Key - I Will Survive
  • Shining (SWE) - 8 1/2 Feberdrömmar I Vaket Tillstand
  • Sightings - Terribly Well
  • Son Lux - Lanterns
  • Stolas - Living Creatures
  • Sun And Sail Club - Mannequin
  • Supuration - Cube 3
  • Thisquietarmy - Hex Mountains
  • Ulcerate - Vermis
  • Uncle Acid And The Deadbeats - Mind Control
  • Vaura - The Missing
  • Veil Of Thorns - Para-Abnormal
  • Weedpecker - Weedpecker
  • White Moth Black Butterfly - One Thousand Wings
  • Winery Dogs - The Winery Dogs

- belos e acertados discos de bandas que, poderiam ou não estar entre nossos melhores (algumas mais, outras menos), mas com certeza apresentam qualidade e potencial criativo para constarem deste blog. Nomes para mantermos os olhos abertos, alguns já com bons anos de carreira e com seus próprios clássicos, alguns já mais novatos, mas que demonstraram ter alguma veia inovadora digna de REVITALIZAREM a cena - muitos, se não totalmente com estes lançamentos, quiçá com os futuros, aos quais acompanharemos!

PALMS reúne membros do Isis e o vocalista Chino Moreno do Deftones. BLUE COUPE reúne membros do Blue Öyster Cult e Alice Cooper (com participação deste último). SCAR THE MARTYR é das grandes revelações do ano, contando com o baterista Joey Jordison, recém-saído do gigante Slipknot. Bruce Soord do ótimo Pineapple Thief e Jonas Renkse do Katatonia juntaram forças no belo "Wisdom Of Crowds".