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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

PLAY: Dead Cross, Dream Child, Flat Earth, The Konsortium, Revertigo





Seguimos...



DEAD CROSS


Já falamos por aqui do épico de Mike Patton e Dave Lombardo, num dos melhores discos do ano passado, e que agora lança esse ótimo EP com inéditas e remixes:


Dead Cross EP (2018)









DREAM CHILD


Aos que curtem um heavy mais clássico, eis a união de alguns nomes da cena, liderados pelo guitarrista Craig Goldy (ex-Dio, Giuffria). O grupo, cujo nome homenageia a Ronnie James Dio, conta ainda com Rudy Sarzo (baixo, ex-Dio, Ozzy Osbourne, Quiet Riot), Simon Wright (bateria, ex-Dio, AC/DC), Wayne Findlay (teclados, ex-Michael Schenker) e o vocalista Diego Valdez nessa árdua missão de tributo ao mestre. Fica a dica do debut de inéditas:


Dream Child - "Until Death Do We Meet Again" (2018)









FLAT EARTH


Os ex-membros do fenômeno finlandês HIM, Mikko "Linde" Lindström (guitarra) e Mika "Gas Lipstick" Karppinen (bateria) se juntaram ao baixista Niclas Etelävuori (ex-Amorphis) e ao vocalista Anttoni "Anthony" Pikkarainen (Polanski). A primeira música divulgada tem um clima a la His Infernal Majesty:









KONSORTIUM


O guitarrista/baixista Teloch (Mayhem, Gorgoroth, 1349) e o baterista Dirge Rep (Enslaved, Aura Noir, Orcustus) retornam após longo período desde o debut de 2011:


The Konsortium - "Rogaland" (2018)









REVERTIGO


Mais uma vez o incrível e versátil vocalista Mats Levén (Treat, Abstrakt Algebra, Therion, Candlemass, Amaseffer, Trans-Siberian Orchestra) se junta a Anders Wikström (guitarra) e Thomas Broman (bateria) em mais um projeto que leva sua marca sempre de originalidade e potência:


Revertigo - "Revertigo" (2018)







domingo, 22 de julho de 2018

PLAY: Amorphis, At The Gates, Deafheaven, Dimmu Borgir





2018 segue pesadíssimo:



AMORPHIS


A banda finlandesa parece já ter nascido um clássico, mas sem dúvida mudou seu modo de compor desde "Tales From The Thousand Lakes" (1994), um marco no campo gothic/doom, ainda que as melodias sigam prevalecendo lado a lado com o extremo. "Circle" (2013) e "Under The Red Cloud" (2015) foram elogiadíssimos no âmbito especializado, e o novo disco vem ainda melhor, com Jorgen Munkeby e Anneke Van Giersbergen abrilhantando a obra:


Amorphis - "Queen Of Time" (2018)










AT THE GATES


Embora de outra cena, também são os mestres da junção melodia e agressividade, desde a primeira metade dos anos 90. O retorno se deu no ótimo "At War With Reality" (2014) e, agora, novo marcante capítulo é devidamente escrito:


At The Gates - "To Drink From The Night Itself" (2018)










DEAFHEAVEN


O grupo americano, que figurou em todas as listas de melhores do ano em 2013 com o belo "Sunbather", atingiu um verdadeiro ápice extremo e criativo, ao ver deste blog, com o sucessor "New Bermuda", de 2015. A cena estava ansiosa pelo próximo passo, que chega em grande estilo:


Deafheaven - "Ordinary Corrupt Human Love" (2018)










DIMMU BORGIR


O ano é 2018 e confessamos pensar que o referencial norueguês se encontrava naquela situação em que já dissemos se encontrarem bandas como Therion, Royal Hunt, Orphaned Land, Threshold, Symphony X, Kamelot e tantas outras. Isto é, bandas por demais criativas num passado recente, mas que pareciam insistir na mesma fórmula do começo do século. Mas eis que o Dimmu Borgir surpreendeu nesse sentido, mostrando que o hiato de 08 anos fez muito bem ao grupo.

Obra criativa e empolgante como jamais apostaríamos, para o topo de 2018:


Dimmu Borgir - "Eonian" (2018)