quarta-feira, 6 de março de 2019

sexta-feira, 1 de março de 2019

SPECIAL: Hip Hop atual (IV)





continuando...

(ver parte III: aqui)




KOOL KEITH


(citamos aqui, aqui e aqui)


O mestre segue frenético, inclusive sob a clássica persona Dr. Octagon:









LOGIC


(citamos aqui, aqui e aqui)


Sofisticado, com especial destaque ao disco de 2015:









LUPE FIASCO


(citamos aqui, aqui e aqui)


Outro que elevou o nível com seu "Tetsuo & Youth" de 2015:









MAC MILLER


(citamos aqui e aqui)


Falecido em 2018, o rapper deixou alguns bons momentos, como no "The Divine Feminine" de 2016:









MILO


(citamos aqui, aqui e aqui)


Outro que quando acerta a mão, manda muito:









NONAME


(citamos aqui e aqui)


Dentre as muitas mulheres de destaque na cena atual, "Room 25", de 2018, foi provavelmente o disco mais falado desta safra. E com justiça, dando sequência ao feito no EP "Telefone" de 2016:










OPEN MIKE EAGLE


(citamos aqui, aqui e aqui)


Bastante produtivo desde a década passada, seus últimos trabalhos realmente buscam algo diferente:









PUSHA T


(citamos aqui e aqui)


Outro que, na junção com Kanye West, subiu de patamar em 2018:









SABA


(citamos aqui)


Estivemos entre ele e Chance The Rapper para destacar... ambos merecem atenção para os próximos passos:









SAGE FRANCIS


(citamos aqui)


Desde os anos 90 na ativa, muitas vezes injustamente esquecido:









SCHOOLBOY Q


(citamos aqui)


Este já havia sido destacado em nossos especiais, também da fonte do Black Hippy:









TRAVIS SCOTT


(citamos aqui e aqui)


O currículo com o produtor também se refletiu em bons discos:









21 SAVAGE, OFFSET & METRO BOOMIN


(citamos aqui)


Disco do trio foi forte destaque de 2017 na mídia especializada:








THE UNDERACHIEVERS


(citamos aqui e aqui)


Na dúvida entre eles e os vizinhos Flatbush Zombies, ficamos com um dos preferidos do blog, em especial pelo épico "Evermore: The Art Of Duality", de 2015:








VINCE STAPLES


(citamos aqui, aqui e aqui)


Seus 3 discos até aqui na década merecem todo o destaque:











sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

SPECIAL: Hip Hop atual (III)





Desde nosso último especial (ver as duas partes: aqui e aqui), no longínquo ano de 2014, muito ocorreu no âmbito do hip hop mundial. Se daquela vez já apontávamos para a avalanche criativa que foi Kendrick Lamar, louvamos a agressividade e originalidade de Run The Jewels e Death Grips, e ainda nos perguntávamos qual o próximo passo de Kanye West, desta feita novos recortes e experimentalismos, da sofisticação ao trash, fazem por merecer uma nova lista:




ARMAND HAMMER


(citamos aqui, aqui e aqui)


Toda a carga jazzy à frente, num disco variado e que atinge sombrio:








BIG K.R.I.T.


(citamos aqui e aqui)


Disco fantástico de 2017:








BROCKHAMPTON


(citamos aqui e aqui)


Sensação ligada ao movimento pop/trap:








BUSDRIVER


(citamos aqui e aqui)


Outra fineza:








CUPCAKKE


(citamos aqui, aqui e aqui)


Irreverência potente:








D'ANGELO


(citamos aqui)


No ocaso de 2014, saiu essa pérola do mestre:








DANNY BROWN


(citamos aqui)


Mídia especializada colocou no topo de 2016, dinâmica e recortes absurdos:








DE LA SOUL:


(citamos aqui)


Ótimo disco de 2016, à altura da história do grupo:








DENZEL CURRY


(citamos aqui e aqui)


Do coletivo Raider Klan, evolui com sagacidade a cada álbum:








THE DOPPELGANGAZ


(citamos aqui e aqui)


Insano:








GHOSTEMANE


(citamos aqui)


O trap ao heavy (?):








HERMIT AND THE RECLUSE


(citamos aqui)


O essencial Ka, de discografia irrepreensível, ao lado do produtor Animoss:








THE INTERNET


(citamos aqui e aqui)


O derivado do Odd Future, citado aqui, segue produtivo:








JPEGMAFIA


(citamos aqui e aqui)


Novamente, insanidade é a palavra. Peso, dinâmica e inteligência:








KID CUDI


(destacamos aqui)


A parceria com Kanye West no Kids See Ghosts o elevou a outro nível de criatividade:









continua...


terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

PLAY: Anguish, Beanpole, Black Peaks, Black Thought, Nicolas Jaar, Pigs7x






O blog retorna um pouco ao recente post sobre 2018 e destaca (mais) alguns pontos fortes do ano já encerrado, antes de adentrar nessa batalha sem fim e sempre impossível que é cobrir os diversos lançamentos dentro do mesmo ano:





ANGUISH


Simplesmente, a dupla responsável pelo Dälek, sendo o próprio (Will Brooks) ao lado do instrumentista Mike Mare, se uniram a membros do Fire! (do mestre absoluto Mats Gustafsson, além do baterista Andreas Werliin) e ao membro fundador do icônico alemão Faust, o tecladista Hans Joachim Irmler, de 68 anos. No finalzinho do ano em que o The End roubou a cena, eis que Gustafsson, conforme alertamos aqui, não parou e lançou este épico:


Anguish - "Anguish" (2018)









BEANPOLE


Por não levar o nome de sua banda principal, o Primus, e nem mesmo seu próprio nome ou alguma referência a ele, passou batido esse sensacional projeto do mago criativo do baixo Les Claypool. O projeto remonta aos anos 90, e ao lado de Larry LaLonde (Primus) e dos colegas do também grupo noventista The Spent Poets, foi reavivado por ninguém menos que Sean Lennon, após o insano projeto The Claypool Lennon Delirium. Pérola:


Beanpole - "All My Kin" (2018)









BLACK PEAKS


Quando se misturam rótulos que vão do metal progressivo ao já banalizado "post" ou "math" rock/metal, um grupo precisa investir em personalidade e diversidade para se destacar. É o que ocorre no segundo trabalho destes ingleses, soando intensos e originais do começo ao fim, num disco sem defeitos e num amálgama de influências. Não passe sem conferir:


Black Peaks - "All That Divides" (2018)









BLACK THOUGHT


Já no final do ano, uma das mentes criativas do The Roots ataca com dois projetos. O primeiro volume, um EP ao lado de 9th Wonder, instiga... mas é neste segundo volume que o bicho pega:


Black Thought & Salaam Remi - "Streams Of Thought, Vol. 2" (2018)









NICOLAS JAAR


Incrível coleção paralela de sons deste mestre moderno da música eletrônica, sob a alcunha de Against All Logic:


A.A.L. - "2012 - 2017" (2018)









PIGS PIGS PIGS PIGS PIGS PIGS PIGS


Banda inglesa que junta riffs poderosos, caóticos, hipnóticos, à sujeira habitual do rock'n roll. A personificação sonora de "A Revolução dos Bichos" de George Orwell:


Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs - "King Of Cowards" (2018)








domingo, 27 de janeiro de 2019

FROM THE HEART: The Band - "Music From Big Pink" (1968)




"False witness spread the news
Somebody's gonna lose
Either she or me or you
Nothing we can do"



The Band - "Music From Big Pink" (1968)



sábado, 26 de janeiro de 2019