Um Blog para quem dá valor à arte e a suas diversas facetas... entre, acompanhe, palpite, descubra... um brinde ao novo, ao diferente, ao diversificado!
Aqui, não há título ou indicativo do sucessor do ótimo "Give The People What They Want" (2014), ao lado dos The Dap Kings... mas sim uma deliciosa versão ao vivo do clássico dos Talking Heads:
Uma pincelada sem muito compromisso no cenário metálico 2015:
HELLOWEEN
Os alemães não empolgam há algum tempo (comentamos aqui). Deixou de ser um evento ou gerar expectativa um novo lançamento do Helloween. A banda que se reinventou em "The Dark Ride" (2000) e "Rabbit Don't Come Easy" (2003) se perdeu um tanto. Os mais recentes "7 Sinners" (2010) e "Straight Out Of Hell" (2013) passaram batidos, emulando um heavy metal sem tantos atrativos. Cabe ao novo disco tentar reverter isso:
Helloween - "My God-Given Right" (2015)
PRURIENT
Em novo e denso ataque, sucessor de "Through The Window" (2013), a insanidade obscura de Prurient (Dominick Fernow) desfila em ousado álbum duplo:
Prurient - "Frozen Niagara Falls" (2015)
SIRENIA
Quando Morten Veland deixou o Tristania em 2001, duas grandes bandas pareciam surgir. O TRISTANIA, seguindo carreira, foi excelente em "World Of Glass" (2001) e "Ashes" (2005). Já a nova banda de Veland, SIRENIA, lançou 3 ótimos discos, com destaque para a vitoriosa estreia em "At Sixes And Sevens" (2002). Mas o fato é que, na nova década, nenhum dos dois grupos se encontrou, sofrendo com mudanças de sonoridade e de formações, sem muito objetivo. Ainda assim, vale sempre uma conferida, agora com a vocalista espanhola Ailyn Giménez à frente do grupo, desde 2009:
Sirenia - "The Seventh Life Path" (2015)
TORCHE
Em 2012, o grupo americano chamou a atenção da cena com o ótimo "Harmonicraft". O rock/metal tendento ao slugde, stoner, psicodélico e o que mais você chamar foi feito com objetividade e personalidade, sendo uma banda original em sua cativante proposta. Chega em 2015 novo capítulo, o 5º da carreira da banda:
Torche - "Restarter" (2015)
VEIL OF MAYA
Um dos ícones atuais do death/melódico feito daquele modo mais técnico e instigante chega com novo lançamento:
"Some of the stuff is influenced by personal mishaps in life. Nobody has lived a perfectly good life without tragedies and we’ve used them as part of our songwriting. I think that dwelling on the darker side of life seems much more interesting and evocative than the happier things...I’ve got somewhere to put my depression and it’s called My Dying Bride...I'm generally a happy guy!"
Do Kamelot já tratamos neste blog (aqui), e ainda cobramos reinvenção por parte do grupo que foi tão criativo e inovador ao longo da última década, e não poderia deixar a troca de vocalistas deixar a banda redundar num "mais do mesmo" insosso...
Kamelot - "Haven" (2015)
LEPROUS
Das favoritas da casa, já citamos por aqui. Eis o novo ataque em "The Congregation":