sábado, 28 de fevereiro de 2015

FROM THE HEART: Pain Of Salvation - "BE" (2004)





"When there's nothing left for us to break
Use
Abuse
Or rape

Then you're free to count how much you saved"



Pain Of Salvation - "Be" (2004)



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

TRIPTYKON





Quando Tom G. Warrior, Thomas Gabriel Fischer, voltou com o referencial CELTIC FROST em 2006, no ótimo "Monotheist", era certo dizer que estava em grande forma e ainda poderíamos esperar muito dele e de seus projetos - uma constante em sua carreira.


Em 2014 (conforme lembramos aqui), finalmente um desses projetos, o TRIPTYKON, ganhou um segundo álbum (o primeiro, já certeiro, havia sido lançado em 2010). E que belíssima obra de heavy metal!


Soturno, denso e intenso, como todo lançamento pede... e feito pelas mãos de um dos grandes e mais subestimados mestres da cena! Incrível pensar como o macabro suiço, criador de "To Mega Therion", lá em 1985, ainda voa tão alto 30 anos depois!



Para acompanharmos:



TRIPTYKON - "Melana Chasmata" (2014)














quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

REFERÊNCIA: Tilo Wolff


Tilo Wolff
10/07/1972
Frankfurt (ALE)





Tilo Wolff


(veja o que já publicamos sobre o Lacrimosa, aqui)







sábado, 21 de fevereiro de 2015

SPIRITUAL FRONT




Com a bizarra e irreverente classificação "nihilist suicide pop", é um pazer falar sobre este grupo italiano, que vem há mais de uma década conquistando fãs e fazendo seu nome na cena industrial / gótica europeia.


Em 2005, uma já famosa parceria com os soturnos suecos do ORDO ROSARIUS EQUILIBRIO (outro grupo que merece toda nossa reverência) já alavancou a banda - o split vinha com o delicioso nome de "Satyriasis, Somewhere Between Equilibrium & Nihilism".


O título brincava com o já ótimo disco dos italianos, "Nihilist Cocktails For Calypso Inferno" (2001), aliado ao clássico dos suecos, "The Wedlock Of Equilibrium" (2001), segunda parte do épico "Make Love And War" iniciado em 2000.


Voltando ao SF, sua obra de maior originalidade e impacto viria no ano seguinte, em "Armageddon Gigolo" (2006). A personalidade do vocalista Simone Salvatori e o estilo criativo da banda passaram a chamar a atenção e emplacar seu nome - sucesso esse que alcançaria, após breve hiato, o também ótimo "Rotten Roma Casino" de 2010.


A novidade agora fica por conta da união com Cypress Grove e ninguém menos que Lydia Lunch (teria nome melhor após todo o descrito acima?), no promissor "Twin Horses" - split entre os dois artistas, que já ganhou (um sempre perturbador) vídeo de divulgação por parte do SF.



2015 começa bem:



Spiritual Front - "Twin Horses" (2015)













FROM THE HEART: M.I.A. - "Arular" (2005)





"That's The MIA tang"




M.I.A. - "Arular" (2005)



quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

SLEEPYTIME GORILLA MUSEUM





Um dos grupos mais irreverentes e originais do heavy metal mundial, infelizmente, para variar, passou despercebido com seus três excelentes discos, lançados ao longo da última década. Tamanha criatividade infelizmente se encontra em estagnação, com nenhum novo álbum na praça, embora seja obrigatório a nós continuar a seguir seus ativos e produtivos membros.



E quem são eles?


A musa e referência CARLA KIHLSTEDT dispensa apresentações. Atualmente com dois lindos discos aos lado de Matthias Bossi (seu marido e também membro do SGM), no bem sacado Rabbit Rabbir Radio, além de contar com recentes colaborações em discos de Fred Firth (e também em seu projeto Cosa Brava), Aaron Novik, Causing A Tiger, The Book Of Knots, Tin Hat Trio, além das insólitas Charming Hostess.


Mas dando toda uma dinâmica e peso à sonoridade dos dois citados, a eminente figura de NILS FRYKDAHL os liderava, sendo que sua cultura vanguardista já vinha dos tempos do icônico IDIOT FLESH - banda inexplicavelmente pouco citada na cena heavy, tamanha sua criatividade e ousadia ao longo dos anos 90. Não apenas, mas também através do ótimo Faun Fables, ao longo da década passada, e da MOE! STAIANO MOE!KESTRA!, mostrou toda sua diversificação musical.


Moe Staiano que, diga-se, completava este poderoso time americano que era o Sleepytime!


O som? Imagine (sempre as tais balizas, meramente norteadores, mas nada que dispense ouvir você mesmo cada disco) algo como o UneXpect fez, o próprio Book Of Knots (aí nem conta, pois banda da mesma "família"), ou algo como hoje faz o Vulture Industries. Não apenas, mas muito do que o IDIOT FLESH consolidou nos anos 90 ali reside, é óbvio. Os experimentalismos de Mike Patton, Melvins, Dillinger Escape Plan, Mastodon e outros inovadores também são pertinentes neste arriscado paralelo.



Mas nada como ouvir este grupo, que deixa (já) saudades na produtiva cena dos anos pós-2000.












quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015